
Alguém ainda tem dúvida de tudo que estão fazendo contra o São Paulo nesse campeonato? Ontem, o justíssimo STJD puniu Borges, Dagoberto e Jean com três jogos casa. O Borges eu concordo, ele agrediu o viadinho do grêmio, mas o Dagoberto e o Jean?! Não há uma pessoa sequer que achou isso justo. Mas não para por ai...já tiraram o mando de campo do São Paulo do último jogo por uma invasão de campo, coisa que aconteceu com o Flamengo, mas nada foi feito para os urubus cariocas. E a última...tiraram o jogo entre gambás e urubus do pacaembu e colocaram em Campinas, campo praticamente neutro. Até onde vão usar desse tipo de coisa para impedir mais um título do Tricolor? O futebol braileiro é ridículo, é bairrista e pensa pequeno. Se o São Paulo está pelo quarto ano seguido brigando pelo título é por comapetência e não por manobras políticas.
O São Paulo é o clube da fé e por mais um ano somos nós contra tudo e todos.
ATUALIZANDO:
Tudo, menos o São Paulo!
O São Paulo já ganhou demais nos últimos anos. Além das Libertadores todas, foram três Campeonatos Brasileiros seguidos. É muita coisa, francamente. Nesses tempos em que a classe C ganha poder de consumo, que a democracia tomou conta de nossa política é esportivamente injusto o domínio do SP.
Todos que não são são-paulinos têm motivos até razoáveis para não querer o tetra da turma do Morumbi. Certo, mas que tal apenas torcer contra? Ou, para os rivais mais radicais, que tal colocar um despacho ali na esquina? Vale tudo vale, ou melhor, quase tudo. Meter a mão no São Paulo já é demais.
Primeiro o tribunal tirou o último jogo do Morumbi. Ah, um torcedor invadiu o campo? Como outros tantos, que nem por isso causaram a punição do clube. Agora a suspensão de Borges, Dagoberto e Jean.
Os três tomaram três partidas de suspensão e só voltam ao time na 38° rodada. Parece até traquinagem do tribunal. Exatamente a mesma punição para jogadores expulsos em três lances diferentes?
Tudo bem, ver o SP vencer de novo já estava ficando monótono mesmo, mas que tal deixá-los perder na bola? Pela enésima vez nos últimos anos, o tribunal tenta entrar em campo e aparecer mais do que os jogadores, os verdadeiros protagonistas.
Texto de Sergio Xavier, da revista PLACAR



